sexta-feira, 8 de maio de 2009

FORD FUSION


Esse é o novo Ford Fusion. Mas espera um pouco, não se trata apenas de uma reestlização de um carro que vende mil unidades por mês?  Não podemos dizer que o Fusion trocou de geração, mas também não tem como falar que se trata de apenas alguns retoques visuais. O Fusion mudou. E não foi pouco. Além da inédita (para o Brasil) versão V6, o novo Fusion trocou de motor na opção de entrada. Sai de cena o 2.3 de 162 cavalos e entra em seu lugar o 2.5 de 173 cv a 6.000 rpm e 22,9 kgfm de torque a 4.000 rpm. Por representar o maior volume de vendas vamos focar a avaliação, nesta opção.
Além de mais potente, o motor feito com bloco e cabeçote de alumínio, tem agora comandos variáveis tanto na abertura como na exaustão. Já os coletores de admissão contam com dutos variáveis e cada cilindro traz uma bobina de ignição que resulta numa combustão mais precisa e homogênea. Traduzindo para o português claro: você pisa no acelerador e o Fusion responde. O torque máximo ocorre a 6.000 giros, mas bem abaixo disso o 2.5 desperta com vigor. Outra novidade tecnológica que colabora para essa sensação é a transmissão automática de seis marchas. O câmbio anterior tinha cinco. Com a nova transmissão, a primeira marcha foi encurtada, dando gás ao sedã de 1.700 kg120 km/h o 2.5 trabalha em apenas 2.200 rpm. O carro é limitado eletronicamente a 180 km/h. sair forte do semáforo. Está longe de exibir refinamento de câmbios de dupla embreagem, como o DSG da Volkswagen, mas as respostas são rápidas. A sexta funciona como sobremarcha, diminuindo o ruído e o consumo em velocidade de cruzeiro. A
A arquitetura da suspensão não foi alterada. Atrás, por exemplo, segue a clássica Multilink. Mas o Fusion teve novo acerto de geometria. As barras estabilizadoras e os amortecedores são novos. A ideia da Ford era deixar o Fusion com pegada mais esportiva. A troca da direção hidráulica por uma elétrica é consequência desse objetivo. Conseguiu ficar esportivo? Nem tanto. É fato que o motorista sente maior conexão com o piso que no modelo anterior, mas o Fusion segue como um carro que presa mais o conforto que a esportividade.
Falando em conforto o sedã conta agora com um excelente sistema de som desenvolvido pela Sony. São 12 alto-falantes, dois subwoofers e dois amplificadores com potência total de 390W. Os bancos estão com abas laterais mais largas e o plástico que forra as portas e o painel ganharam uma dose extra de borracha. O quadro de instrumentos passa a ser iluminado por uma luz azul esverdeada enquanto os porta-objetos e a parte inferior do painel pode ser iluminados em sete cores. Você é quem escolhe. Você também comanda, por meio do computador de bordo, quanto tempo a luz que está embaixo do retrovisor externo ficará acesa, se o sensor de estacionamento irá ou não apitar e se os faróis ligarão automaticamente quando o sol vai embora.
A receita visual é simples. 1) Manter a lateral 2) incrementar o cromado na grade dianteira 3) trocar as lanternas estilo tuning por outras mais, digamos, conservadoras. Veja as fotos das duas gerações e tire suas conclusões sobre a evolução ou não do desenho. Segundo João Marcos Ramos, designer chefe da Ford América do Sul, disse que dada a importância do veículo no Brasil o estúdio brasileiro deu ideias para o design do carro. Qual ideia? "A 'sombrancelha' da grade sobre o farol foi uma ideia que surgiu dos brasileiros e foi aceita pelos americanos", conta Ramos.
O Fusion 2.5 será vendido em versão única de acabamento (SEL) por R$ 84.900 - cerca de R$ 1 mil a mais que o preço de tabela da anterior. O teto solar elétrico é o único opcional, e a Ford cobre R$ 4 mil pelo item. Se em acabamento a opção é restrita, na de cor há agora 7 escolhas a serem feitas que vão do azul ao vinho, passando, é claro, pelo preto e prata.

domingo, 26 de abril de 2009

OPEL INSIGNA

Quase todos os nossos flagrantes da versão mais nervosa do Opel Insignia, a OPC, foram feitos no circuito alemão de Nürburgring. Pois o desenvolvimento do carro no “Inferno Verde” é algo que a GM enalteceu ao divulgar suas primeiras fotos. A apresentação oficial se dará no Salão de Barcelona.
Como já havíamos adiantado, o carro terá um motor V6 de 2,8 litros, mas mais poderoso do que imaginávamos. Ele terá 325 cv (239 kW), obtidos não com dois, mas com um turbo só, o mesmo que já é usado na versão 2.8 Ecotec AWD do carro. A velocidade máxima continua limitada a 250 km/h, mas a aceleração de 0 a 100 km/h melhorou de 6,9 s para 6 s. Não é para menos. O motor passou de 260 cv (191 kW) para 325 cv (239 kW). O torque está em 400 Nm, contra 350 Nm do motor do qual o do OPC deriva.
Esse excelente desempenho está aliado ao sistema de tração integral permanente Adaptive 4x4, que conta, pela primeira vez, com um diferencial traseiro de deslizamento limitado controlado eletronicamente, chamado de eLSD. A suspensão regulável FlexRide também recebeu calibrações especiais e tem três opções de regulagem: Standard (a mais voltada a conforto), Sport e OPC (a mais esportiva).
Para segurar o carro, freios Brembo e discos ventilados de 355 mm na dianteira devem dar conta do recado. Bancos Recaro na dianteira e rodas de aro 19”, com pneus 245/40 R19 (há a opção de aro 20” com pneus 255/35 R20) dão o toque final de esportividade ao carro. Como se, diante de atributos dinâmicos tão interessantes, ele precisasse disso...

quarta-feira, 8 de abril de 2009

MERCEDES SLK 200

Um dos conversíveis mais cobiçados do mundo, o SLK – sigla do alemão sportlich (esporte), leicht (leve) e kompakt (compacto) – está na segunda geração, lançada há cinco anos (a primeira é de 1996), mas acaba de passar por um face-lift. Inspirado no superesportivo SLR, o desenho do capô ficou ainda mais atraente com o aumento do “focinho” central que lembra (vagamente) um F-1, além da adoção de novos faróis e pára-choque frontal. Na traseira, as lanternas agora foram escurecidas e as saídas de escapamento ganharam forma de trapézio. Internamente, o painel de Comando de instrumentos ganhou filetes cromados e o console central foi remodelado, ficando mais prático de ser usado.
No interior, além do excelente acabamento (não poderia ser diferente em um Mercedes-Benz de mais de R$ 200 mil), o que chama a atenção é a praticidade. Sabe o mostrador digital do ar-condicionado? Então, há algum tempo a montadora alemã vem abolindo tal “tecnologia” na maioria dos modelos. Para que um mostrador digital se botões giratórios com a escala desenhada no console são mais práticos e duráveis? É a quebra do paradigma que surgiu na década de 90, no qual quanto mais mostradores digitais, mais equipado e moderno o carro seria. Ainda bem, pois alguns modelos chegavam a intimidar o motorista com tantos mostradores e botões.
Paradigmas à parte, toda a parafernália eletroeletrônica que se espera de um modelo esportivo de luxo está embarcada, tais como regulagem dos bancos, do volante (altura e profundidade), lavadores de faróis (bi-xenônio), sensor de chuva, controle de tração, estabilidade, auxílio de frenagem de emergência com ABS, airbags, piloto automático, sistema de som com Bluetooth e conexão para MP3, entre outros.
Porta destravada pelo controle remoto. Ao puxar a maçaneta a sensação de solidez é logo transmitida. A porta grande e pesada é o cartão de visitas do esportivo e um aviso de que conforto passa longe do SLK. Mesmo sendo a versão “mais simples”, equipada com um motor 1.8 sobrealimentado por um compressor, o roadster alemão passa a sensação de ser um superesportivo. Nem tanto pelo desempenho, já que tem apenas 184 cavalos de potência e 25,5 mkgf de torque, mas pelas características de direção. Os comandos são pesados, tanto os pedais do acelerador e freio quanto o volante. É preciso fazer bem mais força para dirigi-lo se comparado a um modelo comum.
Mas toda essa indocilidade é proposital. Afinal, quem procura um esportivo gosta de “sentir” o comportamento do carro, sensação que fica anulada com os comandos excessivamente confortáveis. E o SLK em ação proporciona muito prazer. Mesmo sendo o mais modesto da linha, o SLK 200 Kompressor vai de 0 a 100 km/h em apenas 8 segundos e atinge os 232 km/h de velocidade máxima, segundo o fabricante. Além do desempenho respeitável, o ronco do novo escapamento é digno de nota e passa a impressão de que o carro é equipado com um motor mais potente.
A suspensão firme aliada aos pneus largos em rodas de 16 polegadas (205/55 R 16 na frente e 225/50 R 16 atrás) deixam o carro colado ao chão e, em alguns momentos, faz lembrar um kart de tão divertido. O câmbio automático de cinco marchas, com opção de trocas manuais, assume três comportamentos: C (Comfort), S (Sport) e M (Manual). Na primeira delas, o SLK 200 fica um tanto moroso para arrancar, sendo recomendável apenas para economizar combustível. Aliás, o consumo comedido vale destaque. Em uso misto, entre urbano e rodoviário, ficou com a boa média de 10 km/l.
Mas é no modo “S” que o SLK 200 fica divertido. As arrancadas ganham dinamismo e o “carrinho” demonstra uma agilidade invejável. Para assumir o controle das marchas, basta um toque em uma das borboletas atrás do volante. Mas o ponto alto de toda essa obra-prima da engenharia alemã é comandado por um pequeno botão logo atrás da alavanca de câmbio.
Basta pressioná-lo para baixo que a capota rígida começa a se dobrar e, em 22 segundos, está totalmente guardada no porta-malas – que fica com a capacidade ainda mais reduzida (de 300 litros para 208 litros). Aí a brincadeira fica completa: agilidade, segurança e sensação de liberdade que nem as motos proporcionam. Afinal, para andar no SLK 200 você não precisa de capacete. Só não vai esquecer o protetor solar...

VALOR: R$ 203.500,00 (TABELA FIPE)

terça-feira, 7 de abril de 2009

BUICK ENCLAVE

Projetado com um nível inovador de flexibilidade interna, o Enclave possui um amplo espaço para seis passageiros, enquanto um domo se prolonga quase no comprimento inteiro do compartimento do passageiro. Um exclusivo sistema de DVD no painel/no assento/no cabeçote permite visualizar até quatro seleções de DVD diferentes de uma vez e oferece aos passageiros o que há de mais moderno em termos de entretenimento personalizado no veículo.
O design do Enclave é extremamente esculpido e detalhado. A escultura é observada nos inigualáveis pára-lamas de dois arcos, que flui da carroceria em planos diferentes, acentuando a postura atlética e o perfil suave do veículo. Além disso, as linhas contínuas levemente onduladas acrescentam a graça característica do Buick à parte externa, enquanto oferece uma parte interna espaçosa e confortável para seis passageiros.
“O nome Enclave evoca imagens de estilo, luxo e a privacidade de um espaço silencioso e protegido”, disse Steve Shannon, gerente geral da Buick.
As características que levam a assinatura do Buick incluem uma grade do radiador no formato de cachoeira, com o emblema de “três escudos” e portinholas. As portinholas, que têm o design similar ao do novo sedã Lucerne, são montadas sobre as bordas inferiores do capô esculpido, que forma um “V” à medida que flui da grade até os pára-lamas dianteiros. A grade com formato de cachoeira possui uma aparência suave e é cromada em cor preta, enquanto a faixa com acabamento cromado divide a parte superior do pára-choque dianteiro da parte inferior, acrescentando solidez ao visual do veículo.
O Enclave possui uma proporção arrojada, com uma base larga e rodas mais próximas aos cantos. Isso permitiu que os desenhistas “envolvessem” a carroceria nas rodas, aprimorando a aparência de pés firmes. Isso é aumentado por grandes pneus e rodas de sete raios de 21 polegadas.
“A construção em monobloco da estrutura da carroceria permitiu o visual firme do Enclave” disse Jack Folden, diretor do design externo. “Isso permitiu não apenas tolerâncias mais fechadas, mas também possibilitou uma ótima relação entre rodas e carrocerias, esse veículo tem encaixe perfeito”.
O Enclave tem a cor de chocolate metálico e a parte inferior do veículo tem um acabamento de baixo brilho resistente a lascas, característico de um utilitário esportivo de luxo. A cor exclusiva da parte externa é acentuada por um friso cromado seletivo, incluindo as maçanetas e o friso que contorna as janelas laterais. As estruturas do teto modernizadas também são cromadas, com um design que flui na carroceria como os outros acabamentos de metal.
A mão-de-obra fica evidenciada nas caixas dos faróis e das lanternas traseiras, bem como no visual renovado da estrutura do teto e visual suspenso das saídas duplas de escapamento polidas de aço inoxidável. A sofisticação técnica do Buick fica evidente nos próprios faróis: Os faróis possuem tecnologias de iluminação HID (Descarga de alta intensidade) e são integrados com o sistema de iluminação AFL (Luz dianteira adaptável) da GM, que permite que os faróis girem na direção das rodas dianteiras. As lanternas traseiras são complementadas por uma lanterna alta com LED que é projetada na borda superior da luz de fundo.
“É tecnicamente sofisticado e bonito ao mesmo tempo”, disse Folden. “O Enclave é um utilitário esportivo de luxo que complementa a linha dos carros de luxo do Buick feitos com requinte”.
Atraente ambiente interno
O ambiente interno do Enclave é projetado para criar uma experiência personalizada para todos os passageiros. Seis assentos de couro individuais, dispostos em três fileiras, são rodeados por comodidades e detalhes luxuosos. O grande domo de bronze se estende entre os assentos da fileira dianteira e os assentos da terceira fileira, tornando o interior aconchegante e aprimorando a sensação de veracidade.
“O Enclave tem o interior rico e suntuoso que, assim como a parte externa, reflete a precisão e a mão-de-obra do Buick com um toque de seu legado, é um design com herança moderna”, disse Michael Burton, diretor de design interno. “As formas curvas, os materiais de luxo e as cores discretas e atraentes ou transformam em um ambiente aconchegante e confortável”.
Os elementos curvos e arredondados que permeiam a cabine do Enclave fazem referência ao mencionado estilo dos Buicks clássicos, incluindo as saídas de ar, os painéis das portas e o painel de instrumentos. O friso de alumínio escovado desses componentes, bem como os pedais e o conjunto de indicadores refletem o estilo moderno e reforçam a mão-de-obra do veículo. As faixas com friso de alumínio também destacam o tapete do compartimento de bagagem. Esses elementos complementam o rico visual interno com duas cores, chocolate e Light Cashmere, adornado com nós de cânfora.
A excelente mão-de-obra também fica evidente na costura contrastante dos bancos e o revestimento de couro. A iluminação também foi cuidadosamente selecionada para aprimorar a sensação de luxo enquanto transmite cordialidade. Uma luz “halo” se estende a partir do perímetro do domo e luzes azuis de lápis iluminam a região dos pés quando as portas são abertas. As lâmpadas tipo Tiffany estão localizadas na segunda e na terceira fileiras de bancos e as luzes auxiliares estão integradas como um componente do cabeçote na segunda fileira. O emblema da Buick localizado na parte interna da porta traseira com acionamento elétrico também é iluminado.
“Há uma sensação romântica e atraente dentro do Enclave”, disse Burton. “Também há um ambiente pessoal, como o de um jatinho executivo, com comodidades que permitem uma interação maior dos passageiros durante a condução”.
Comodidades internas inventivas
Os encostos dos assentos dianteiros têm bandejas dobráveis com enfeites de madeira para os passageiros da segunda fileira, bem como bolsos de couro suspensos. As três fileiras de bancos são divididas por um console único que vai do painel de instrumentos até os assentos da terceira fileira. O console de cada fileira inclui interruptores de controle de clima, controles de som/entretenimento, porta-copos, compartimento de bagagem e uma jóia de relógio analógico tipo Tiffany. Um relógio correspondente é montado na parte superior central do painel de instrumentos. Um incrível visual de madeira do console contrasta com as cores Cashmere e chocolate da parte interna.
A partir dos controles do console, os passageiros também podem selecionar uma variedade de opções de entretenimento disponíveis através de quatro telas de DVD. O passageiro do banco dianteiro pode abaixar o visor frontal, que possui uma tecnologia que permite que esse visor seja tanto um espelho quanto uma tela de DVD; os passageiros da terceira fileira podem visualizar a tela que se ergue do console. Há também um console suspenso móvel e prático na segunda fileira com duas telas dobráveis. O console e as telas dobráveis, uma voltada para o assento da esquerda e outra para a direita, podem ser movidos em toda a extensão de um trilho controlado eletronicamente. O console pode ser movido completamente para trás a fim de obter uma visão livre do domo. Cada tela do veículo é capaz de reproduzir uma seleção de áudio/vídeo diferente, permitindo que o Enclave consiga reproduzir quatro DVDs simultaneamente. Além disso, o rádio de navegação montado no painel pode reproduzir DVDs quando o veículo está estacionado. O Enclave oferece aos passageiros o que há de mais moderno em entretenimento personalizado no veículo.
Potência e eficiência
O Enclave roda em uma distância entre eixos de 119 polegadas e vem com um motor V-6 de 3.6 com duplo comando de válvulas no cabeçote e comando de válvulas variáveis. O potente motor V-6 do Enclave oferece uma das opções de economia de combustível mais eficientes da categoria. O motor tem 270 cavalos (201 kW) e é acompanhado por uma transmissão automática de seis marchas. Este utilitário esportivo de luxo tem tração dianteira e suspensão independente nas quatro rodas.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

PASSAT PAUL

Entre as novidades mostradas na Ecogerma 2009, feira promovida pelo Centro de Comércio Brasil-Alemanha, a Volkswagen exibe o Passat Paul.
O carro-conceito, que foi apresentado pela primeira vez em uma feira de tecnologia em Hannover, tem como principal atrativo a capacidade de estacionar em vagas perpendiculares sem a intervenção do motorista.
O sistema funciona da seguinte maneira: o condutor conduz lentamente o veículo em frente à vaga desejada para que o sistema faça o reconhecimento do espaço. Logo em seguida, o monitor do sistema de navegação indica as vagas disponíveis e o usuário seleciona onde deseja parar o carro.
A seguir, o motorista coloca a alavanca de câmbio na posição “P” e, de fora do veículo, pressiona um botão na chave para que o processo se inicie. Quatro câmeras situadas nos espelhos retrovisores, na dianteira e na traseira se encarregam de calibrar as dimensões da vaga.
Os sinais são transmitidos a um computador instalado no porta-malas, que os analisa e envia os comandos necessários para os sistemas de direção e transmissão. Os sensores de estacionamento também evitam possíveis batidas, indicando a distância a ser percorrida.
O sistema esterça o volante e faz eventuais correções de direção, alinhando o carro de acordo com a posição dos veículos estacionados nas vagas ao lado. Caso detecte alguma irregularidade ou obstáculo, a manobra é interrompida.
Assim que o veículo é estacionado, o motor é desligado automaticamente e todas as portas são travadas. O sistema também tira o carro da vaga, bastando ao condutor apertar o mesmo botão que estaciona o carro.
O Passat Paul também conta com o Park Assist, que esterça o volante sozinho em balizas, cabendo ao motorista apenas acelerar e frear o carro. Este recurso já é oferecido na Europa nos modelos Touran, novo Golf, Passat CC e Tiguan.
Segundo a Volkswagen, o Park Assist Vision ainda está em fase de desenvolvimento e deve passar por uma série de testes adicionais antes de ser adotado em série.